segunda-feira, 11 de junho de 2012

12.06.12



Quero um batom vermelho para beijar a tua boca,

trilhar teu corpo e incendiar teu coração.

24 horas a mil de comemoração no dia do amor!

segunda-feira, 28 de maio de 2012

"Sou mulher e sou livre"



Em pleno século XXI tem gente chocada com peitos a mostra em um protesto, onde se luta pela liberdade de expressão. Onde vale (quase) tudo, para que justamente as pessoas se choquem diante do fato de uma mulher não poder andar com uma blusa mais decotada, uma saia mais curta, pernas a mostra a ponto de se tornar um convite a um estupro. Mulheres ofendidas com essa causa não consigo entender. Mostrar os peitos é como um homem andar na rua sem camisa! Direitos iguais, não? Não, a sociedade não consegue absorver a idéia de que é um protesto, mais uma forma de se expressar, na qual se luta por liberdades iguais, onde uma mulher pode ter o mesmo direito em todos os sentidos que um homem, sem ter que sofrer esse tipo de repressão. Em um país que é conhecido mundialmente por bundas, mostrar os peitos em um protesto, é tão chocante?
O protesto vai muito além de ir contra a violência a mulheres, é pra fazer com que todas as mulheres acordem e saiam dessa posição de aceitar tudo que nos é dado e oferecido. Sair dessa submissão que muitas se colocam. As mulheres podem tanto e quanto os homens podem. O problema é quando as próprias mulheres são machistas a ponto de achar que tudo tem que ser aceito. É com mulheres com essa mentalidade, que faz com o machismo permaneça na sociedade. "Sou mulher e sou livre!"


Victória Favero

domingo, 20 de maio de 2012





Se for fazer o bem e a sua intenção é a retribuição, melhor que não faça nada por ninguém.
O que necessitamos é de reconhecimento quando temos uma atitude bacana com alguém. E deve fluir, vir naturalmente sem alertas e sinalizadores. Ato pensado não vem carregado de reais boas intenções. De nenhum dos lados.
Se você espera submissão do outro quando lhe fizer o bem, isto tem a cara do poder traduzido como seqüestro e o que você deseja é de um refém pra chamar de seu.
E o poder é somente mais um código para a manipulação, para a relação bichada, mofada e rançosa.
Seqüestrar atitudes, assaltar a individualidade e invadir pensamentos é tornar o outro refém e você o algoz da relação. Fracasso é o que reza o contrato de vocês.

Se ao receber o bem, você for grato e reconhecer a boa atitude e mesmo assim o benfeitor exigir mais do isso, desconfie do produto ofertado e principalmente do vendedor-benfeitor. A fatura será alta.
Desconfie de certas liquidações.

sábado, 19 de maio de 2012

Fight





Desistir não implica ser fraco ou não ser persistente, mas requer sabedoria entender que o melhor é sair de lado em algumas situações onde teimar resultará somente em desgaste e perda de tempo.
Se soubéssemos de antemão a hora certa de desistir de algo nos pouparia rugas e stress.
Eu sei, você vai dizer que se fosse assim a vida seria fácil.
Mas quem foi o estraga-prazer rabugento que inventou que a vida deve ser este eterno ultimate fighter, este eterno jogo difícil de perder?
Joguei a  toalha. 

terça-feira, 8 de maio de 2012

Opcional de fábrica




Em alguns momentos você vai optar, inconscientemente talvez, pelo caminho mais longo.
Vai percorrer estradas de chão batido, curvas duvidosas e quebradas suspeitas para voltar na encruzilhada e retornar ao núcleo, ao centro, ao ponto de partida.
Muitas vezes é preciso andar mil quilômetros para compreender que o melhor já estava do nosso lado há muito tempo. 
Na vida optando, com amor ou com dor. Escolhas e opções. 

terça-feira, 1 de maio de 2012




Patinando sob uma fina camada de gelo, em cima de um lago. Assim parece os momentos, às vezes.
À deriva de algo. 

domingo, 15 de abril de 2012

Bons finais



Bons finais são possíveis
Estava curtindo uma historinha a dois já fazia uns dois meses quando, de repente, descobri que ele não estava tão a fim como eu.
Numa manhã de sábado, depois de revirarmos os lençóis noite adentro, entre um café e uma torrada ele me falou que não estava rolando. Assim. Na lata, feito tapa. Como quem pede para passar o pote de açúcar, abre o jornal e troca de assunto.
Antigamente eu me esforçaria para que desse certo, inventaria desculpas, maquiaria a verdade e buscaria feito doida teses, gestos e falas que convencesse o tal fulano de que fomos feitos um para o outro, de que daríamos certo, acima do bem e do mal. Exaustivamente. Sob a luz da ilusão e do capricho sou uma advogada em ação das melhores, as minhas defesas são dignas de estudos aprofundados. Defesas vestidas sutilmente de manipulação.
Antigamente me seguraria em 1% de chance como um náufrago.
Dessa vez, me concedi a carta de alforria, passei o pote do açúcar e fui atrás de algo mais doce.
E como previsto ele nunca mais me procurou. E nem eu.
Fiquei satisfeita no final quando percebi que poupei o meu tempo, economizei no trabalho de 24h somente meu e na velha sensação de buracos repetitivos de finais já previsto.
Encurtei a distância entre o que seria e o que é. Bati a porta suavemente com as minhas bagagens bem mais leves. Deixei lá no apê dele várias peças emocionais e fui viver sem excesso de bagagem emocional.
Parti sem um quilo de frustração e dor nas costas, na alma e no coração.