segunda-feira, 9 de junho de 2008

Recalcar o poder

Autoridade é o direito e a capacidade de comandar algo, exercendo a sua função com parceria, visão e entendimento das partes envolvidas. Se não há autoridade só existe o caos. Em outras palavras, tem que haver um padrão. Ex: para as distâncias, a autoridade é o metro; para o peso, é a balança; para o tempo, o relógio; na escola, o diretor etc...
Poder é a forma mais cruel de autoridade. Pessoas que usam de autoridade excessiva geralmente são fracas, precisam do outro como forma de alimentar a sua raiva interna, o seu recalque guardado a sete chaves, até dele mesmo.
Toda a forma de poder inibe a criatividade, a imaginação e principalmente a liberdade de ser.
A pior forma de poder é o familiar onde existe sentimento nas partes envolvidas.

domingo, 8 de junho de 2008

Pois é ...

"De todos, de ninguém, meu

Eu queria muito falar dessa onda de corrupção, falta de vergonha na cara e baixaria, para somar a minha indignação à bronca geral. Ao mesmo tempo sei que o pobre leitor, como eu, está sufocado de notícias que evidenciam o que mesmo os mais condescendentes e crédulos relutavam em admitir; o pobre leitor não sabe o que fazer e já está meio anestesiado. Que fazer?Algum partidário do governo estadual vai lembrar, como atenuante, que no governo federal não faz muito rolou patifaria semelhante, se não igual ou pior. Alguém da oposição local vai afirmar que o abismo maior é aqui, porque as nossas tradições, porque a nossa história, porque a nossa honra etc. Um terceiro vai matizar a conversa lembrando que aqui é a velha corrupção, das elites costumeiras, ao passo que em Brasília foi a corrupção nova, de gente recém-chegada ao pote. O pior para mim, cidadão de classe média confortável, é que tendo a concordar com os três, sem achar medida suficiente para demarcar entre os casos o mais grave.Explicações? Eu gostaria de ultrapassar o cinismo semicrítico, que apenas registra o fato novo na inacabável contabilidade dos feitos da elite brasileira (a gaúcha incluída, assim como a sindical), que toma como particulares as coisas públicas, tanto quanto ir além do desacorçôo moralista, que vê apocalipse a cada nova denúncia e no fundo espera um salvador da pátria, bravateiro como costuma ser.Para enxergar por cima da onda, vale retomar certos clássicos da interpretação do país: Sérgio Buarque de Holanda, em seu setentão Raízes do Brasil, já diagnosticava a relutância das elites em conceber e praticar a Lei como algo impessoal e universal; Raymundo Faoro, por sinal nativo deste Estado, em seu cinqüentão Os Donos do Poder, mostra a tendência secular das elites brasileiras em converter o mando em fonte de patrimônio pessoal, descartada a idéia de exercício de poder como representação do coletivo. Contra essas forças, que são mais políticas do que morais, meu caro leitor, meu irmão, meu semelhante, não há remédio imediato, nem óbvio; só mesmo o paciente enfrentamento dos corruptos, dos patifes, onde der, na praça pública e no voto, no texto e na alma.
LUÍS AUGUSTO FISCHER Escritor e professor de literatura da UFRGS."

Dispensa comentários.

Bem Bom Bem Bom - parte II


Fashion, descolado, cenas lindas, expressões marcantes, tristezas, alegrias, conquistas, parcerias, amizades, questionamentos, decisões e principalmente a busca do que chamam de amor.
Guardadas as expectativas criadas em torno do suspense e festival fashion que foi a prévia do filme, não há nada de novo no reino das meninas do que era no seriado. O filme é uma extensão do final da série. A minha expectativa era de ver mais uma vez o quarteto fantástico questionador das mazelas femininas e desta vez na telona, já que infelizmente acabou a série. E de lambuja, ganhei de presente já que a estréia, aqui na terrinha, foi justo no dia do meu aniversário.
Eu ADORAVA a série e não me identificava apenas com uma delas, cada uma tinha algo que fechava comigo. Prova de que somos um mosaico de experiências, pelo menos eu sou.
Enfim, que fique registrado que as meninas não fizeram feio e principalmente não me decepcionaram.
Bravo!

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Bem Bom Bem Bom


Amanhã vou ver as minhas amigas!
Oba!

Dia seis de junho de um certo ano...

Hoje
alguns, tantos anos, antes
10:40 de uma sexta-feira
hospital
mamãe e papai
correria
antecipação de 10 dias no calendário médico ( nota-se porque vivo na corrida...)
nasci
Lucia ou Carolina
irmão
papel
decisão
CAROLINA
Parabéns pra mim!
Adoro viver!

domingo, 1 de junho de 2008

O Show é agora

Tem horas que a gente tem uma atitude e fala coisas que não gostaria de ter falado, quando viu já foi, cuspiu. O pior é que não dá pra voltar atrás. Não adianta nem pedir desculpa, o lance é assumir o que fez e ... respira fundo e bola pra frente. Não dá pra passar a vida pedindo desculpa, né? O show é agora, a vida não é um ensaio.

Céu da semana

"Tão longe, tão perto.Verso e reverso, dentro e fora, o que está em cima é como o que está embaixo.Terremotos, aguaceiros, tornados e vulcões... A esfera do planeta se contrai e se estende, mensagens acessam a consciência, o coração bate, um chamado ecoa no infinito e nos desperta no meio da noite e do dia. Um sonho dentro de um sonho, a realidade nua?Quem ousará dizer que nâo ouviu, fazer o que não viu?A lua nova ( dia 3) celebra seu encontro com o Sol no signo de Gêmeos e propôe a comunicação em todos os níveis, intra e inter seres. Este novo ciclo que se inaugura, que seja fecundo em iluminações e atitudes iluminadas. O pensamento é criador: faça-o fluir para o mundo das formas." Amanda Costa - horóscopo - domingo ZH
Não tenho hábito de ler horóscopo de jornal, acho balela pura, mas hoje os meus olhos viraram por acaso para a direita e gostei do texto, sintetizou o meu momento, literalmente um astral infernal, já que se aproxima o meu aniver e pior a TPM tbém. Momento bélico. Coquetel Molotov.